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Blog de cmtunes
 


Crise política

 

Reinaldo Azevedo no seu blog:

 

No artigo que escrevi há quase três semanas na Veja, citei Origens do Totalitarismo, de Hannah Arendt, um estudo emblemático de como as sociedades podem caminhar rumo à degenerescência, ao horror. Um coleguinha achou um exagero, um despropósito. Porque poderia haver subentendido um paralelo entre, digamos, o nazismo e o petismo. Fatos históricos muito marcantes, com o tempo, tornam-se símbolos. A República de Weimar, que assistiu à ascensão nazista, é um símbolo de como as instituições democráticas podem ir cedendo espaço ao assalto autoritário. Até que não mais resistam. E então morrem. É claro que eu torço para que a democracia brasileira sobreviva ao petismo. De maneira mais imediata, torço para que ele seja derrotado nas urnas. Mas os ingredientes de uma rendição estão todos dados.

Na política institucional, aqueles que têm o poder da representação ou estão ameaçados pela revelação das próprias falcatruas, ou estão acovardados, ou estão fazendo cálculos que miram o próprio interesse ou, coitados!, estão sós — estes são os decentes. Pegue-se agora o caso desse falso dossiê envolvendo Vedoin, petistas, sindicalistas, segurança de Lula, o diabo a quatro... Depois de todo o entorno de Lula ter caído por causa do mensalão — de que ele, claro, não sabia... —, são pegos em flagrante delito o homem de sua guarda pessoal, dois de seus mais íntimos companheiros sindicalistas — um deles marido de sua secretária particular —, e, claro, é preciso afirmar: “Lula não sabia de nada”.

Ouvido a respeito do caso, o governador de Minas, Aécio Neves, tucano graúdo, diz que seria leviano afirmar se Lula sabia ou não. Não cobro que Aécio diga um “Lula sabia”. O que lhe custa dizer que o caso chega, a cada hora, mais perto de Lula? Eu respondo: custa um cálculo eleitoral

Leio a coluna de Fernando Rodrigues, na
Folha, e lá ele aponta “a incapacidade atávica (sic) de Lula de perceber o tipo de gente que o cerca” e afirma ser “necessário investigar mais o que ocorreu na área de saúde durante a gestão tucana de José Serra”. Note-se que Lula seria “incapaz” de perceber a qualidade dos seus amigos. Ou seja: Lula é inocente. Lula foi enganado. Seguindo Rodrigues, Lula, como diria Lula, foi traído. Segundo a sua lógica de aparentemente dar uma no cravo e outra na ferradura, o presidente é bobo, e Serra precisa ser investigado.

Fernando Rodrigues, Tereza Cruvinel, Ricardo Noblat e outros... A inocência de Lula já está decretada. Nada mais precisa ser apurado. Ser, então, idiota e traído no Brasil é moralmente superior a ser culpado.
Imaginem só Lula não ver problema em se passar por bobalhão, sempre sacaneado pelos seus amigos mais próximos. Se Dirceu o trai, se Genoino o trai, se Silvio Pereira o trai, se ele é traído por Freud, Lorenzetti, Bargas, o que não pode acontecer com esse Estadista em questões que digam respeito ao futuro do Brasil? Não é por acaso que a literatura popular trata o corno de forma amorosa e simpática no Brasil.

O establishment político está corroído ou pela corrupção ou pelo cálculo espertalhão, como se vê; amplos setores da imprensa estão rendidos, como se evidencia. Para a Weimar tropical, falta o quê? Um população enredada numa mítica — ou numa mística — redentora. Temos isso também. Os partidos de oposição, até agora, não conseguiram botar o guizo no pescoço do gato, chamar o modelo de Lula pelo nome.

 

Leiam em http://www.reinaldoazevedo.com.br/

 



Escrito por cmtunes às 18h00
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Filmes

 

Pausa nos comentários sobre relações internacionais. “Rastros de Ódio” é o meu segundo filme preferido (o primeiro é “Ben-Hur”). É um faroeste americano de 1956 (o título original é The Searchers), dirigido por John Ford e estrelado por John Wayne. É o filme perfeito, uma obra-prima. Ele foi lançado em DVD no Brasil, se não me engano, em 1999 pela Warner. Uma outra cópia, com mais extras e novo formato foi lançada, me parece, no final de 2005 ou no início deste ano. A primeira versão vocês acham fácil em promoções nas Lojas Americanas e FENAC. Sobre o filme e a nova edição, o crítico de cinema Inácio Araújo escreveu na Folha de São Paulo (6 agosto):

 

Não é preciso esperar pela segunda cena para perceber que estamos diante de uma obra-prima. A porta que se abre para a paisagem árida, o interior da casa em contraluz, a mulher que avança até a varanda da casa, a paisagem que se torna cada vez mais vasta, mais imponente e na qual, aos poucos, se distingue a presença de um homem que se aproxima a cavalo.
Este plano de uma melancolia insuperável é o início de "Rastros de Ódio". Talvez seja o maior faroeste de todos os tempos, certamente é o melhor, o mais maduro, o mais complexo de John Ford -e ganha edição comemorativa de seus 50 anos.
Esta edição restaura o formato VistaVision. Na antiga versão, optou-se pela "tela cheia", o que adulterava os enquadramentos. Mas, fora do cinema, a mudança não é tão profunda. Ford não é um cineasta do enquadramento, e sim um contador de histórias imbatível.
A real diferença aqui vem do disco em que várias seqüências são analisadas por John Milius, Curtis Hanson e Martin Scorsese, comentando desde a primeira impressão -juvenil- que sentiram até as descobertas feitas já como profissionais.
"Rastros de Ódio" está no centro da produção de Ford. Alguém, no disco de extras, lembra que ele se sentia um pouco como o personagem de Ethan Hawke -solitário e sem lar, depois de fazer 140 filmes e ficar anos na guerra. Aventa-se, inclusive, que os modos duros e o jeito intratável de Hawke eram muito semelhantes aos do próprio Ford. É possível...
Mas o amargor de Hawke, seu caráter de herói detestável, vai além de possíveis identidades biográficas. O filme -sobre o homem que procura incansavelmente pela sobrinha, seqüestrada por índios- toca na tecla mais sensível da formação americana, o racismo, observado aqui como a verdadeira tragédia do país, e ainda nos fala do lar e do homem errante, da busca pelo sangue, do ódio, da Guerra de Secessão, dos sofrimentos do Sul derrotado etc.
Quem acha que isso é exagero pode ficar com a história de Carroll Baker, que certa vez o atazanava, pedindo que fizesse o filme "que nem Ingmar Bergman". Ford perguntou: "Bergman? Quem é Bergman?". No dia seguinte, enquanto Carroll se preparava para a filmagem,
Ford chegou perto dela: "Ah, já sei quem é Bergman. É aquele sueco que me acha o melhor diretor do mundo". E Baker não tocou mais no assunto. Ford era um gigante. Mesmo fazendo o filme mais dolorido de sua vida, seu espectador, ao final, se sente feliz e pasmo diante de tanta força. "Rastros" chega aos 50 anos intacto.



Escrito por cmtunes às 09h19
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Guerra do Líbano

 

De um artigo de Claude Lanzmann no Le Monde, traduzido na Folha de São Paulo de 6 de agosto:

 

O mesmo clamor se desencadeia, nas ruas árabes, nas nossas ruas, nas colunas dos jornais a mesma pressa em condenar, a atribuir toda a responsabilidade apenas a Israel, a considerar insignificantes as mortes israelenses e a chuva de bombas que se abate diariamente e pela primeira vez atinge em tamanha escala a população civil de um pequeno país do tamanho da Bélgica, forçando 350 mil de seus cidadãos a procurarem refúgio "mais ao sul", onde mesmo assim outras bombas poderão vir a atingi-los nos próximos dias, porque Israel está desprovido de profundidade estratégica..
Israel vem alertando a população libanesa há dias, por meio de panfletos e pelo rádio, sobre as áreas que serão bombardeadas por sua aviação, a fim de permitir que os civis escapem, e já está estabelecido que o Hizbollah abriga seus caminhões lança-foguetes em aldeias xiitas habitadas, das quais eles saem para disparar suas armas e às quais voltam em seguida. Uma palavra sonora surgiu em mil bocas políticas, o termo "desproporção".
Diz-se que Israel está destruindo o Líbano por conta de três desafortunados soldados capturados, um pelo Hamas, dois pelo Hizbollah. Mas raras vezes é mencionado que os foguetes já estavam sendo disparados contra Sderot e o sul de Israel antes da captura do cabo Shalit, e que o Hizbollah capturou os seus dois prisioneiros em uma emboscada na qual oito de seus companheiros de tropa foram mortos. Também é convenientemente esquecido o fato de que, antes da emboscada, já estavam sendo disparados foguetes contra os kibbutz da Galiléia.
Os soldados capturados pelo Hizbollah representam uma declaração de guerra a Israel, sem qualquer relação com o conflito entre israelenses e palestinos: Mahmoud Abbas e Ehud Olmert, seguindo o caminho aberto por Ariel Sharon, se abraçaram em Amã, na presença do rei da Jordânia, e não se tratava, nem de uma parte, nem de outra, de um beijo de Judas.
Mas essa paz entre israelenses e palestinos é a menor das preocupações para o líder do Hizbollah. Ele estava se preparando para a guerra desde que Israel desocupou o sul do Líbano, planejando uma grande ofensiva e construindo uma rede de fortificações subterrâneas, bem como acumulando um arsenal dos foguetes disponíveis em profusão graças à Síria e ao Irã.
O presidente do Irã, Ahmadinejad, já afirmou que o problema fundamental do mundo muçulmano era a erradicação do Estado de Israel e do sionismo. Será que se trata de bazófia que não devemos levar a sério e não merece nem mesmo uma pergunta?
Hassan Nasrallah, o líder do Hizbollah, respondeu a essa pergunta muda. O que está em curso no momento é o primeiro ato, a abertura, dessa guerra, cujo objetivo final, como há 60 anos, é a destruição do Estado de Israel.
Israel teria deixado de existir há muito tempo se não reagisse de maneira desmesurada.



Escrito por cmtunes às 09h02
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Guerra do Líbano

Do historiador Victor Davis Hanson:

Nossa atual geração também está à beira da insanidade moral. Isso nunca foi mais evidente do que nas últimas três semanas, com o Ocidente provando ser completamente incapaz de distinguir entre uma democracia atacada que busca revidar nos combatentes terroristas, e agressores terroristas que buscam assassinar civis.

Confira em http://www.victorhanson.com/articles/hanson080406.html



Escrito por cmtunes às 09h51
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Guerra do Líbano

 

Não deixem de ler o texto de Esther Pan Defining Victory: The Differing Goals of Israel and Hezbollah” no site do Council of Foreign Relations. É uma análise sobre os objetivos militares e políticos de Israel e do Hizbollah no atual conflito libanês. Segundo a jornalista, Israel sabe que não tem como destruir totalmente o Hizbollah. Para os israelenses, a vitória seria enfraquecer o máximo possível a milícia xiita e estabelecer uma zona neutra no sul do Líbano, ocupada por uma força multinacional que possa impedir futuros ataques a Israel. Para o Hizbollah, a vitória seria sobreviver aos contra-ataques israelenses e posar como a vanguarda da resistência muçulmana contra Israel, reforçando sua imagem de bando heróico de guerreiros islâmicos.

 

Confira em http://www.cfr.org/publication/11232/



Escrito por cmtunes às 09h06
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Antiamericanismo

Olavo de Carvalho em sua coluna no Jornal do Brasil:

O novo míssil russo Topol RS 12 tem velocidade bastante para atingir Washington ou Nova York antes de ser notado pela defesa espacial americana. Na mais branda das hipóteses, já estamos em plena Guerra Fria II. A Rússia e a China nunca saíram da corrida armamentista, enquanto os EUA desativavam parcelas cada vez maiores do seu arsenal atômico. Mas o Topol RS 12 é algo mais: é arma construída especialmente para um ataque à América.  A esta altura, é impossível negar a existência de uma articulação bélica mundial contra os EUA (leiam Steven W. Mosher, Hegemon. China’s Plan to Dominate Asia and the World; Jerome R. Corsi, Atomic Iran; Stanislav Lunev, Through the Eyes of the Enemy). É claro que o recurso a um ataque maciço pode ser substituído indefinidamente pela “guerra assimétrica”, onde a arma principal, no fim das contas, é a mídia. Mas, qualquer que seja a via adotada, o objetivo é claro: a destruição dos EUA enquanto potência e a instauração de “outro mundo possível”, um paraíso de paz e liberdade sob o governo -- adivinhem! -- dos generais chineses, dos aiatolás iranianos, da máfia russa (que é o próprio governo russo) e de seus colaboradores menores, os Mugabes, Castros e Chávez. É patética a esperança rósea que tanta gente deposita em algo que, examinado realisticamente, é o horror em estado puro. A diferença entre as sociedades nascidas da tradição judaico-cristã e as suas inimigas é tão patente, o contraste entre a liberdade relativa e a tirania absoluta é tão impossível de esconder, que só a abdicação voluntária das responsabilidades da razão pode levar alguém a tomar partido daquilo que existe de mais perverso e repulsivo.

Confira em http://www.olavodecarvalho.org/semana/060803jb.html



Escrito por cmtunes às 05h51
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Reinaldo Azevedo

O blog do Reinaldo Azevedo mudou. Agora está em http://www.reinaldoazevedo.com/



Escrito por cmtunes às 21h21
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Guerra do Líbano

 

Naomi Ragen, escritora israelense, em sua coluna no Israelinternationalnews.com:

 

Os terroristas e seus partidários perderam o direito de lamentar pelas baixas civis, já que tudo o que fizeram nessa guerra foi mirar em civis. Cada um dos mais de 2.500 foguetes lançados contra Israel foi lançado contra cidades povoadas com mulheres e crianças. Então, não me venha com lamentos sobre vítimas civis. Lamente junto aqueles que usam seus bebês e esposas e mães; lamente junto aqueles que armazenam armas em mesquitas, ambulâncias, hospitais e casas particulares. Lamente aos homens sem coração que amam a morte e que, por mais que muitos de suas tropas e civis morram, consideram a si próprios vitoriosos enquanto puderem lançar seus foguetes contra nossas crianças e mulheres.

 

Confira em  http://www.israelnationalnews.com/article.php3?id=6421



Escrito por cmtunes às 20h28
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Guerra do Líbano

Da economista Adriana Vandoni, em seu blog, criticando o presidente Lula por afirmar que há uma guerra entre Israel e o Líbano, quando na verdade ela é entre Israel e o Hezbollah:

No caso da frase dita pelo nosso Exmo, ele deveria ter sido alertado que o Líbano, não está em guerra com Israel, mas sofre pela proximidade geográfica com o visinho justamente pela incapacidade de expulsar os terroristas do Hezbollah, apoiados pelo Irã e Síria.  Porque Israel não atacou a Jordânia, o Egito, ou mesmo a Síria? Não existe no Líbano um Estado com um conjunto de instituições capazes de afirmarem-no como uma nação verdadeira e soberana, que tenha seus representantes para negociar com os governos dos países visinhos. Apesar dela existir como um Estado territorial, inexiste uma nação Libanesa. É difícil para os amigos descendentes de libaneses aceitarem isso, mas é a verdade, e é absurdo permitir que o seu território seja utilizado como um mero escudo dos países visinhos que desejam enfraquecer ou desestabilizar o estado de Israel. Porque a Síria ou o Irã não atacam Israel do seu próprio território? Não são tolos e sabem as conseqüências que esse ato causaria.

Quando o Líbano tentou seguir seu caminho, encorajada pela resolução da ONU de número 1559, que pedia a retirada das forças militares do Líbano, e via a possibilidade de tornar-se independente da Síria, um dos líderes nacionais, e então premiê do Líbano, foi assassinado. A cúpula do poder da Síria foi acusada de ter tido participação nesse assassinato, tendo um relatório da ONU apontado a participação do cunhado do presidente sírio, Bashal al Assad, além de outros funcionários sírios. Outros jornalistas anti-Síria também foram assassinados, demonstrando cabalmente as pretensões e interferências da Síria sobre o país visinho. Países ligados religiosamente aproveitam-se do ódio à Israel, mas pragmaticamente sujeitam apenas o Líbano às retaliações, porque é de lá que os mísseis e terroristas atacam o Estado Judeu.

A invasão do Líbano, e os absurdos das mortes de inocentes ocorrerão tantas outras vezes mais enquanto a sociedade libanesa aceitar a presença da facção terrorista em seu território.

Confira em http://argumentoeprosa.blogspot.com



Escrito por cmtunes às 19h22
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Guerra do Líbano

Leiam também no site do V. D. Hanson o artigo de outro historiador classicista, Bruce Thorton. O título é “The Impossible Peace”. Thorton cita os comentários de Richard Perle em um editorial do New York Times. Perle foi assistente da Secretaria de Defesa dos EUA no governo Reagan e costuma ser definido como conservador e “falcão da guerra”, um dos defensores da intervenção militar americana no Iraque. Segundo Perle, Israel precisa abandonar a política de concessões e de tentativa de acomodação com o Hamas e o Hezbollah e destruir essas organizações anti-israelenses. A tão criticada “resposta desproporcional” dos ataques israelenses é inevitável já que Israel luta pela sua sobrevivência como Estado nacional. Perle identifica a questão central: não é a “ocupação” (de territórios palestinos por Israel), não são as “aspirações nacionais palestinas”, mas a longa e centenária agressão contra os judeus e Israel pelos muçulmanos, cuja religião justifica sua intenção de destruir o “infiel” destinado divinamente a viver sob hegemonia islâmica. Todas as outras questões que preocupam o mundo (na região) são sem sentido a não ser que primeiramente seja garantida a sobrevivência de Israel e os muçulmanos provem que desejam conviver pacificamente com ele. Mas como as últimas seis décadas demonstraram, a sobrevivência de Israel depende de sua própria disposição de mostrar aos inimigos que usará a força para se defender.

Confira em http://www.victorhanson.com/articles/thornton072506.html



Escrito por cmtunes às 08h30
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Guerra do Líbano

Leiam o artigo de Victor Davis Hanson “The Vocabulary of Untruth” no National Review, disponível em sua homepage. Hanson é um historiador especializado em assuntos militares da Grécia Antiga. De posições políticas conservadoras, ele também costuma escrever sobre a política externa americana e outros temas contemporâneos. Nesse artigo, Hanson fala do uso tendencioso (anti-israelense) de determinadas palavras pela mídia nos relatos e análises do atual conflito no Líbano. Por exemplo: “Deliberado” exprime a precisão das bombas israelenses que atingem seus alvos; ela nunca se refere aos foguetes do Hezbollah que tem a intenção de destruir qualquer coisa que puder. “Desproporcional” significa que os agressores do Hezbollah, cujos foguetes primitivos não conseguem matar muitos civis israelenses, estão perdendo, enquanto que a resposta sofisticada dos israelenses é fatal contra os combatentes em si.  Toda vez que você escutar o adjetivo “excessivo”, o Hezbollah está perdendo. Quando você não ouvi-lo, ele não está. Hanson lembra que Se a Rússia ou a França fossem bombardeadas pelos vizinhos, Putin e Chirac estariam ameaçando com uma retaliação nuclear.

Confira em  http://www.victorhanson.com/articles/hanson072806.html



Escrito por cmtunes às 08h27
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Guerra do Líbano

 

A nova mídia mundial

 

Olavo de Carvalho, Jornal do Brasil, 27 de julho de 2006

 

Israel não atacou o Hezbollah em reação abrupta e exagerada ao seqüestro e morte de uns quantos soldados. Israel deu uma resposta moderada e tardia a mais de quinhentos mísseis lançados contra o seu território nos últimos meses. Nenhuma nação do mundo tem a obrigação de suportar esse tipo de ataque nem por um dia, muito menos a de refrear-se polidamente no trato com um inimigo que jurou extirpá-la do planeta e que não parou de tentar cumprir essa decisão por todos os meios possíveis.

Se essa obviedade se tornou tão difícil de enxergar, foi graças à densidade plúmbea das sucessivas cortinas de fumaça erguidas entre os fatos e o público pelo lobby pró-terrorista da ONU e pela militância jornalística internacional, orgulhosa de seu poder de “transformar o mundo” por meio da mentira organizada, sincrônica, onipresente e avassaladora.

 

Mais em http://www.olavodecarvalho.org/semana/060727jb.html



Escrito por cmtunes às 13h10
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Bolívia

 

Produção de cocaína cresce no governo Morales

 

Notícia do Washington Times: a quantidade de laboratórios que processam cocaína na Bolívia mais do que dobrou nos últimos sete meses, ou seja, desde que Evo Morales assumiu o governo. Segundo o advogado boliviano Omar Barrientos, consultor do Departamento de Estado americano, Morales “democratizou o narcotráfico”. Os negócios de cocaína foram tirados da grande máfia e colocados nas mãos de pequenos produtores, ficando mais descentralizados e difíceis de serem combatidos. O governo Morales contesta os números apresentados pelos EUA e defende a saída de agentes americanos da Bolívia que participam do combate ao tráfico, estabelecidos no país em acordos com os governos anteriores.

 

Confira em: http://www.washtimes.com/world/20060727-122200-2100r.htm



Escrito por cmtunes às 12h56
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História

Aviso aos interessados: diversos artigos de História elaborados pelos professores da Universidade Federal Fluminense podem ser lidos em http://www.historia.uff.br/artigos.php



Escrito por cmtunes às 12h15
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Guerra do Líbano

 

Alguém tem a informação de quantos brasileiros vivem no Líbano? Segundo a Aljazeera, seriam 200 mil (duzentos mil). Será verdade? Esse dado está em http://english.aljazeera.net/NR/exeres/F17B41FE-BF9D-4B2D-BF1D-F5C3C53073E1.htm



Escrito por cmtunes às 22h51
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